Bem-vindo ao Altruísmo na Net! Este blog foi criado, com toda humildade e apesar das minhas limitações humanas, para dar mensagens positivas e aconselhamentos. Para entender melhor esta ideia e saber quem sou eu, clique aqui.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Fim de ano: que coisa boa!


Olá, amigos presentes física ou virtualmente! Este é o meu último post do ano. Lembro-me bem porque criei este blog, há mais ou menos um ano. E ele me traz muitas alegrias, uma grande oportunidade de ser vista e "ouvida". O blog é uma válvula de escape, pois amo escrever coisas boas, que fortalecem acima de tudo, a mim mesma. Muitas vezes, ao invés de chorar, eu busquei forças aqui. Tentei levar a vocês o que há de bom em mim, ao invés de alimentar tristezas e decepções que foram inevitáveis. Para mim este foi um ano muito difícil. Cheio de desafios, algumas vezes fiquei triste e afastada dos meus amigos. Outras vezes comemorei as pequenas batalhas vencidas que, aos poucos, foram se enfileirando na construção das minhas conquistas. Este ano Deus me abençoou até mesmo ao me mandar os desafios, porque eu os tenho vencido sempre, e me fortalecido perante Ele e os homens. E agora eu venho aqui agradecer todos que participaram, leram, comentaram... Fiz uma lista do que conquistei neste ano; da lista do ano passado, fiz um "SIM" nas metas que alcancei. E já arrumei a de 2011!


Essa carteira eu comprei da Silvelita, lá de Portugal
Família!
Agradeço a Deus, Nossa Senhora Desatadora de Nós, Santa Rita de Cássia, São Jorge Guerreiro e ao meu Anjo da Guarda. Agradeço também a presença dos meus familiares, especialmente minha mãe, super parceira, meu pai, super preocupado e rezador, e minhas tias lindas Maria Isabel e Aparecida, que me acolheram em seus lares com tanto carinho. Adorei e aproximação com meus primos André e Gisele, o empenho da Lorene, Luciano, Júnior e Leda em me verem enquanto estive lá pelo sudeste.
 
Obrigada, psico mais lindo do universo, Elpídio Brandão. Você é o cara. Amo você, seu chato, rsrs...

Abraço especial àqueles que sempre compareceram ao meu blog: nutrifoquetes Carol, Samantha, Laila, Vanessa, Lana, Lu, Karla, Naiara, Dani, Camilamb, Aline, Ariane e Amanda; minhas amigas de blog: a queridíssima Silvelita, Sônia do GEEL, Kaire, Christiane...; minha amiga Carolzinha e sua legião de amigas blogueiras e twitteiras, Francielle e Michele; meus amigos Ademar, Pititrícia (esta traz em si a definição da palavra PARCEIRA), Danilo... Os que compareceram ao blog Chocolate com Pimenta eu nem tenho como escrever aqui. Obrigadíssima!


Eu e Ká no Rio. Delícia!

Agradeço à Kamilla, que me ajudou a perder o medo de andar sozinha em cidades ainda desconhecidas e me ensinou a tirar fotos mais bonitas; a tudo que aprendi com meus sócios, sobre o que fazer e não fazer (rsrs), Rafael, Regner, Thales e Miguel; aos irmãos e cunhados Rogério, Mirelle, Raquel, Zé Humberto, Antônio e Fernanda, pelos papos, música, logotipos, blogs, fotos, comidas, beijos, abraços, notebooks emprestados... Aos meus sobrinhos Laura Tolêdo, Amanda, Lucas e Laura Castro, pela companhia em Harry Potter, pelas risadas, comilanças (de novo!), note emprestado (de novo!), beijos, lavagens de carro, tira dúvidas em internet, cheiro no cangote... Beijo para minhas amadas e amados Thaís, Daniessa, Isabella Vitória, Joelma, Fabricio, Cerise, Luisa, Glauko, Emanuelle e André!

Confraternização Nutrição em Foco
Obrigada também a cada nutricionista e estudante de nutrição que me procurou, que me contratou, que trabalha comigo e confiou no meu trabalho. A cada estagiário, cada candidato a estágio, muito obrigada. O trabalho é sagrado.

Desejo a todos, do mais profundo do meu coração, muita paz e amor em 2001. E obrigada, meu Deus, por ser eu mesma, com todas as minhas potencialidades e limitações.


FELIZ 2011!!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Felicidade tem receita?

Tem sim! Eu amei este vídeo. Espero que gostem.


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sábado, 13 de novembro de 2010

Construir relações: o desafio do século

A maioria das pessoas que eu conheço dizem que querem uma companhia legal: um(a) namorado(a), um(a) marido(a), um(a) companheiro(a). Inclusive eu. Quando eu vejo notícias, como as manifestações de solteiros querendo namorados, acredito que as pessoas querem mesmo alguém. Mas... onde está o desencontro?

O que tenho visto, desde as rodinhas nos bares até os candidatos que têm se aproximado, são pessoas que querem um produto de fábrica, não uma pessoa ao seu lado. Pedem: combo no. 5! Trazem um check list ao conhecer alguém e, claro, não gostam de ninguém... Detalhe: os itens do check list em geral são baseados em frustrações passadas. Claro que a vida traz aprendizagens, mas isso não quer dizer frustrações. Como se alguém colocasse em seu check list: quero alguém frustrado(a)! Ou seja: quem não tem que querer o(a) dono(a) do check list é a(o) avaliada(o)!

Um item comum nesta lista é querer alguém igual a si mesmo. Claro que o resultado dessa conta não fecha, porque o espelho está no quarto de cada um. Outro item descrito por grande parte: pessoas de atitude e personalidade, independentes, bem sucedidas, bem resolvidas e blá, blá, blá... Desta forma o outro não dá trabalho. Ou seja: menos contato. Para alguns isso é bom, para outros nem tanto. Porque tanta independência pode trazer insegurança, e aí a fraqueza aflora. Não! Entrar em contato com as fraquezas é demais, não é? Se pessoas esquivas de si mesmas soubessem o poder de uma boa terapia...

No final das contas tudo volta ao check list, que é a mais pura demonstração do que a maioria não quer: cuidar e passar pelas etapas de construção de um relacionamento. Claro! Porque dá trabalho! Até em amizades... Quantas pessoas tem mais de mil "amigos" no Orkut e ninguém para ir ao cinema? Mas acredito sim, que querem uma companhia. Bem, sinto dizer que para fazer o omelete, tem que se quebrar os ovos.

domingo, 10 de outubro de 2010

Sobre o preconceito


Este cartaz saiu da Espanha e está rodando o mundo (traduzido, claro). Fiquem à vontade para repassá-lo.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Meu caminho é de sucesso!!

Esta semana eu e minha equipe maravilhosa estivemos em São Paulo para o pré-lançamento do Sistema Nutrição em Foco. Lembram que eu disse que estava trabalhando em um dos projetos profissionais mais importantes da minha vida? É esse! Estamos em trabalho de parto, pois o filhote vai nascer em novembro. Neste evento eu pude estreitar laços, fazer novos contatos e claro... ver máscaras caírem. Realmente, como dizem os poetas caminhoneiros: "a inveja é uma merda", rsrs.


Mas desabafos à parte, eu sempre aprendi que se caminha olhando para a frente; eu sempre aprendi que tudo que se deseja é o que se recebe; que só se faz um trabalho competente mirando em si mesmo, e não perdendo o tempo olhando para os outros. E posso dizer que... funciona!

Saímos de Goiânia e chegamos em São Paulo para ter um dos stands mais movimentado da feira. Ao lado de empresas e associações como Sadia e ABIC, fizemos mais que bonito: fizemos lindo! O Portal está explodindo de visitas, o sistema foi extremamente elogiado por estudantes, faculdades, empresas e associações do Brasil, da Espanha e dos EUA.

Obrigada à minha equipe linda, meus amigos, familiares e principalmente à Deus, ao meu anjo da guarda que está sempre me velando, à Santa Rita de Cássia (advogada dos impossíveis), a São Jorge Guerreiro e à Nossa Senhora Desatadora dos Nós.

Amém.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Já viram meus saltos?

Vocês já viram que eu gosto de novidade, não é? Tentativas, conquistas, emoções... Então aí está o meu segundo salto de parapente. Alguns amigos já viram, outros ainda não. Se preferir ver direto no You Tube, a qualidade fica melhor.

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Quem quiser ver o primeiro salto, clique aqui.

E você? O que fez para se divertir hoje? Saiu com seu cão, brincou com seu filho, tomou sua bebida predileta, ouviu música em alto e bom som? Emocione-se sempre e viva cada momento com alegria.

domingo, 12 de setembro de 2010

A música fala por si...

A semaninha foi trash... Nada melhor que uma música para acalmar as dores e fortalecer a fé na vida.

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domingo, 5 de setembro de 2010

A minha maior história de superação

Há muito tempo eu queria contar esta história aqui no blog, mas só agora senti que era a hora certa. Vou contar a vocês a minha maior história de superação. Tentarei ser breve, apesar da história ser um pouco longa. Vale a pena, eu garanto.

Em 2001 eu fui passar o reveillon em Cabo Frio, e fiquei hospedada no apartamento da minha amiga Sheyla Andreola, nutricionista como eu. Em outro apê, meus primos Maja, Fernanda e Flávio. Após um dia que eu achei meio turbulento, meio estressante, eu acordei de madrugada em uma situação estranha: eu estava sentada à cama, com o cotovelo, a boca e a cabeça sangrando. Em volta de mim a Fernanda e a Sheyla. A Maja estava chorando no outro quarto e o Flávio eu nem me lembro onde estava. Eu não entendia nada, mas quando consegui "voltar à realidade", a primeira voz que ouvi foi da Sheyla, dizendo: "Ju, você teve uma convulsão." Como a cidade estava uma loucura, ligamos para meu tio que é médico e ele me "prescreveu" um anticonvulsivante para que eu não tivesse outra crise até voltar para Goiânia, já que não havia possibilidade de conseguir antecipação de voo naquela altura do campeonato. Conseguimos, com muito jeito, comprar o remédio sem receita. E ali passei todo o restante das férias, sonolenta devido ao medicamento e com falhas de memória por causa da convulsão, até que retornasse à Goiânia para investigação que me trouxe o diagnóstico: angioma cavernoso na região parieto-occiptal. Traduzindo: um bolo de veias na parte posterior da cabeça, no cérebro. Eu tinha 22 anos e não sabia desta má formação congênita, localizada na região da visão lateral (que faz com que percebamos os vestígios ao nosso lado mesmo sem olhar diretamente para o ponto). O angioma estourou e ocasionou o derrame que me levou à convulsão. Opções: radioterapia, retirada por catéter ou cirurgia. Optei pela última.

Dias antes de operar passei por uma oração com um médium que impôs aos mãos sobre a minha cabeça e pediu por mim. Minha tia, que também é espírita, disse que teve a visão de uma massa, antes ligada por pequenos filamentos como se fossem teias de aranha, se desprender e ficar solta no meu cérebro. Que isso facilitaria muito a cirurgia, pois restaria ao médica sugá-la e pronto. E disse mais: "Ele vai te falar isso".

O mais complicado estava mesmo por vir: ao entrar no centro cirúrgico eu me lembro de conversar com o anestesista, um senhor de cabeça branca e olhos azuis lindíssimos. Os anestesistas nos pedem para fazer uma contagem regressiva começando do 10. Ninguém passa do cinco... Eu apaguei, mas subitamente comecei a ouvir todos conversando ao meu redor. Percebi então que a anestesia não havia pegado direito. Pensei: "Vou mexer a minha mão, eles vão perceber que estou acordada e vão me sedar mais." Só que, para meu desespero, eu não conseguia mexer! Eu ouvia e entendia o que estava acontecendo, mas não conseguia me mexer e não sentia dor. E aí tudo começou... Um auxiliar comentou: "Coitadinha... tão nova, comunicativa! Ela é nutricionista." E o outro: "Mas esse angioma não é tão grande, será que precisa mesmo de operar?" Um deles então falou: "Vamos passar a sonda", e colocaram a sonda urinária. Depois me entubaram, pois com anestesia geral não tem como você respirar. Meus olhos estavam fechados à força, com esparadrapo. Eu não mexia nada, mas sentia e entendia tudo.

Então colocaram uma ferramenta na minha cabeça que era para guiar o local do corte. Era como uma coroa, que tinha três parafusos. Estes foram apertados até se fixarem no meu crânio: dois atrás e um na testa. E então me levaram para fazer outra tomografia e detectar o exato local da cirurgia. Senti meu corpo passeando pelos corredores do hospital, entrando e saindo do tomógrafo. Ao voltar à sala eles me viraram de bruços. Neste momento senti um incômodo no pescoço e percebi que era uma distensão. Mas ninguém percebeu. E então começaram a raspar meu cabelo. Chorando eu tentava ouvir a voz do meu médico, que ainda não estava lá. Sentia as lágrimas escorrerem, e então rezava o Pai Nosso e Ave Maria compulsivamente. Em um certo momento que o oxigênio acabou alguém ainda comentou: "Ainda bem que nós vimos!" Se eles soubessem que eu estava ouvindo tudo isso... E então ouvi o barulho da serra tentando romper o meu crânio. A enfermeira ainda perguntou se o médico (irmão do meu cirurgião) queria um óculos de proteção, e ele disse que não precisava. Pegou um martelo e tentou quebrar meu osso que acabara de serrar. Então disse: "Não quebrou." E só então ouvi a voz do meu médico, em quem depositei toda a confiança, abaixo de Deus, e que até aquele momento eu temia ter me abandonado: "Então serra mais". E deste momento até o final da intervenção eu não ouvi mais nada até o término da cirurgia.

Ao terminar o procedimento, ainda no centro cirúrgico eu já comecei a conversar e fiquei 48 horas acordada, sendo 24 delas na UTI. Lá uma enfermeira ainda me deu uma bronca, porque fui passar a mão na cabeça: "O que você está mexendo aí? Não adianta, minha filha! O que Deus fez e o homem põe a mão nunca mais fica igual." Cheia de psicologia... E recebendo a visita do meu médico, a primeira frase que ele me disse: "Estava solto, foi fácil! Foi só sugar!" - como minha tia profetizou. E então relatei o fato da anestesia a ele. Como ele pensou que era coisa da minha cabeça, contei os detalhes da cirurgia. Então ele tonteou e segurou na grade cama. Saiu nervoso e de onde eu estava eu o via discutindo com o anestesista.

No segundo dia fui para o quarto, comi de tudo (até o que eu não gostava, rsrs...) e em 15 dias eu estava dirigindo! Foi neste período de repouso que eu ganhei os livros budistas do meu irmão Rogério e comecei os meus estudos sobre esta filosofia que permeia a minha vida em todos os momentos.

Viu como a vida tem seus presentes até nas situações mais perturbadoras?

Problemas acontecem e estão aí para ser superados. Depois dessa, nada me derruba. Nem ninguém.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O poder do sorriso

Uma vez, ainda adolescente, eu li uma reportagem sobre a terapia do riso. Achei interessantíssima, xeroquei e guardei. E daí em diante eu fui juntando as peças: sorrir libera substâncias calmantes, revigorantes, é ginástica facial... E a maior descoberta veio em outra leitura: o sorriso tem esses poderes mesmo quando é forçado. Obviamente, em menor proporção que o sorriso espontâneo. Mesmo triste ou de mal humor, se a pessoa sorri forçado, ela envia mensagens positivas ao cérebro, simplesmente por ter executado a contração muscular da face, imitando um sorriso verdadeiro. Gente... eu já testei e é verdade! 

Um dia desses, se você sentir tristeza ou estiver com alguma chateação, sorria. Mesmo que seja sozinho, prá não dar pinta de maluco que está rindo sem motivo, ria forçado e você também vai sentir o que eu senti! E aos poucos a raiva ou tristeza vai dando lugar à alegria. E esse efeito vai ficando cada vez mais crônico, com uma alegria que vêm mais rápido e é mais duradoura. Obra da neuroplasticidade.












Sou risonha. E você?

domingo, 8 de agosto de 2010

Mais selinho! Oba!


Esse lindo selinho ganhei da Sil do blog Receitas, Moldes e muito mais e para repassar tem que seguir as seguintes regrinhas:
  1. Postar o selinho num post do seu blog.
  2. Passar o selinho pra mais 12 blogueiras (ou quantas quiser).
  3. Linkar as escolhidas no post.
  4. Avisar as escolhidas que elas receberam o selinho, comentando nos seus blogs.
  5. Compartilhar o amor e o link do post com o selinho com a pessoa que te indicou. 
Minhas indicações são:
Visitem, são ótimos! Em outros posts de selinhos tem mais indicações de blogs legais!

Beijos!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Descomplicando a vida

Eu estava folheando uma revista que gosto muito, chamada Vida Simples, e (que bom!), me vi aderindo a diversas sugestões que tenho usado para simplificar os processos na minha vida. Adoro ler sobre comportamento, vocês sabem. Há meses tenho tomado uma postura maravilhosa na minha vida: o que não me pertence não me ocupa. Não perco meu suor tentando convencer pessoas de que estou certa, quando a opinião delas não vai impactar em nada a minha vida. Cada um tem o direito de pensar e ser o que quiser.
 
Parece simples, mas este é um exercício contínuo; parece pouco, mas tira o peso do mundo das minhas costas; parece egoísmo, mas deixa a minha relação com as diferenças muito mais leve, me ajudando a aceitar cada um como é (inclusive a mim mesma); parece "pollyanna", mas permite que eu me afaste do que não desejo para mim, sem remorsos; parece bobo, mas abre espaço em minha mente para que cuide com mais propriedade de minha própria vida.

 

Essa foto aí também tirei no Rio. Eu queria entrar no mar, e mesmo sem roupa de banho e no frio, entrei. Simples assim. Resultado:


Felicidade!!!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Tanto tempo sem post...

Gente, minha vida está uma correria! Desde que voltei do Rio, onde fui fazer um curso em junho, passei por tanta coisa! Problemas de saúde, desafios no trabalho... Nada grave, porém que tomou meu tempo. Mas mesmo assim não quero deixar de levar até meus amigos blogueiros a minha visão de mundo.



Acho que tudo na vida são ciclos energéticos. Mesmo sempre tendo trabalhado muito, estou na fase final do maior projeto de trabalho que já tive na vida. Mentalizem por mim.


Essa foto aí eu tirei no Forte de Copacabana. O mundo é lindo...

terça-feira, 22 de junho de 2010

O Grande Axioma da Vida

Recebi esta mensagem da minha estagiária lindinha, a Carol. Imprimi, colei no meu mural em casa. Partilho com vocês. Concordo plenamente com o autor do texto. Ele fala muito do que penso quando vejo as pessoas lamentarem. Tem outras postagens no blog que tangenciam o assunto. Deixo vocês com a leitura. Ela fala por si.

Cliquem na imagem para ampliar ou baixar.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Uma ação rápida e fácil

Um movimento para levar mensagens de força aos pacientes com câncer do Instituto Mário Penna. Envie sua mensagem pelo site Doe Palavras ou pelo seu Twitter, acrescentando a hashtag #doepalavras. Ela será exibida nas TVs do hospital e nos lares dos pacientes. E todos nós sabemos o poder das palavras e do pensamento, não é mesmo? A fé em Deus e nos homens cura.

Cada um doa o que tem. Doe palavras.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Planeta Voluntários

Este selinho aí do lado é do Planeta Voluntários. O Planeta Voluntários é um site não governamental, apartidário e ecumênico, criado em maio de 2009 por iniciativa do empresário Marcio Demari, da empresa Demari & Ferreira, sediada em Londrina, Paraná, no Brasil, com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado, que levará o serviço voluntariado a auxiliar milhões de brasileiros e entidades que necessitam de todo tipo de ajuda; a missão é a de conectar pessoas, que, através da transformação pessoal e social, destinam-se a construir uma solução justa, pacífica e sustentável para o mundo, refletindo a unidade de toda a humanidade. O site conta com uma Rede Social que cruza as informações dos voluntários com as instituições cadastradas, sendo um elo entre elas.

Apoio a ideia, estou aguardando a época de cadastro para fazer parte da equipe. E então? Vamos nessa comigo? Veja o vídeo que apoia a campanha.

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Entenda melhor como está o mundo, clicando aqui.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Obrigada, amigas blogueiras!

Estou sumidinha, não é? Estive em dois cursos de nutrição seguidos, no Rio de Janeiro e em Joinville. Voltei cheia de novidades e postarei uma a uma. Mas hoje esta postagem é para agradecer o carinho das amigas blogueiras:
A Sil me deu um selinho para este blog e a Natália me deu três para o Chocolate com Pimenta! Ambas me presenteram com o "Selo Dardos".





A Natália explica em seu blog que" selinho é como se fosse um presente virtual" que os blogueiros trocam entre si; são uma forma de divulgar blogs que você acha interessante relacionados ao assunto do selinho, então publica em um post uma lista de blogs para presentear com o selo e cita o blog que lhe presenteou."

A Sil também explica que "O Prêmio Dardos é um reconhecimento dos valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web."

Regras:
  • Exibir a imagem do selo em seu blog
  • Linkar o blog pelo qual recebeu a indicação
  • Escolher outros blogs a quem entregar o prêmio Dardos
  • Avisar os escolhidos
Eu dedico o "Selo Dardos" para:
  1. Reflexões de uma diva - da amada amiga Carol em parceria com a Francielle
  2. Flor de maracujá - Emagrecendo - da queridíssima Luciana (que nomeou seu blog em homenagem à nossa amizade e ao seu amado maridinho Baby, pois a chamamos, respectivamente, de "Flor de Maracujá" e "Flor")
  3. Alimentarium - da antenada nutricionista antenada Christiane Rocha Veloso
  4. Alimentando - da criativa graduanda em nutrição Isis Moreira
  5. Cuidando do Corpo - da holística professora de educação física Vânia Almeida
Beijos! Obrigada pelas homenagens! Estou lisonjeada e transmito esse carinho a vocês e a todos que visitam e comentam nos meus blogs.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Exercícios para o cérebro

Estou lendo um livro muito bom chamado "Treine a Mente, Mude o Cérebro". "O livro relata as novas descobertas da ciência sobre a mutabilidade ou plasticidade do cérebro e revela de que maneira as pessoas podem alterar a estrutura desse órgão para vencer a depressão, curar feridas emocionais, tratar problemas de aprendizado ou mesmo psicológicos, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)." Foi escrito pela neurocientista Sharon Begley, participante do Instituto Mente e Vida, fundado pelo Dalai Lama. O instituto possui, dentre outras ações, um grupo científico composto por autoridades em neurociência e budismo. O livro é um apanhado da conferência feita pelo grupo em 2004.

Sempre fui encantada com o assunto. Pouco a pouco quero compartilhar os conceitos e aplicabilidades da neuroplasticidade com vocês. De cara digo: o importante é exercitar o cérebro, lançar desafios. Se você é destro, já sabe escovar os dentes com a mão direita; se você já sabe reclamar dos problemas, aprenda a agradecer a oportunidade do desafio como instrumento para sua evolução; se você tem dificuldade com números, agora já pode e deve enfrentá-los . Em toda e qualquer situação você pode melhorar o seu cérebro. Veja o vídeo que traz lições simples e cotidianas sobre o assunto.

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Nada é tão bom que não possa ser melhorado.
E isso também diz respeito às nossas mentes.

terça-feira, 4 de maio de 2010

O que é neuroplasticidade?

Olá, amigos. Vocês já ouviram falar em neuroplasticidade? É a capacidade de moldar o cérebro (parte física) através do trabalho mental. Ao contrário do que se pensava, sabe-se hoje que o cérebro pode ter suas estruturas modificadas através da repetição de atividades. Isso mesmo! O cérebro também é capaz de se adaptar, crescer, regenerar... O que acontece é que as áreas mais utilizadas são fortalecidas. Como os músculos respondem aos exercícios físicos, o cérebro responde aos exercícios mentais. Quando você começou a aprender a dirigir ou ler não fazia estas atividades com maior dificuldade e lentidão do que faz hoje? Mas você aprendeu a dirigir e a ler, e hoje isso é simples.

Os budistas sempre souberam disso, e modelam suas mentes usando o monitoramento dos pensamentos e, principalmente, a meditação. Perceba que músicos desenvolvem áreas relacionadas à audição e coordenação motora fina ao repetidamente ensaiarem suas músicas; taxistas têm melhor capacidade de gravar nomes de ruas, localizações, etc; a felicidade é maior nas pessoas que repetidamente procuram ver o lado bom das situações; pessoas que respiram fundo antes de responder ou descontar ofensas são menos belicosas. Você pode me dizer: mas estas pessoas nasceram assim: boas de ouvido, boas de memória ou mais felizes. E a ciência te diz: não, estas pessoas não são mais sortudas, pois elas têm um cérebro extremamente semelhante ao seu. O que elas têm de diferente em relação à você, caro amigo, é o comportamento. Estas pessoas treinaram sua mentes, pois se o músico não ensaiar ele não consegue tocar bem.

Isso se dá porque as áreas mais utilizadas do cérebro (nestes exemplo, a percepção auditiva, coordenação motora, memória, senso de localização, felicidade, paciência, tolerância) passam a ter mais neurônios trabalhando no local destinado a estas tarefas. São criados novos neurônios, e a transmissão de impulsos, feitas por substâncias chamadas de neurotransmissores, fica muito mais eficiente. Os feixes de neurônios que ligam as partes relacionadas a estas tarefas ficam mais grossos e o recrutamento das células para o trabalho fica muito mais rápido.


Não é o máximo? Cada um pode fazer com o seu cérebro o que quiser. Mas para isso é preciso treinar. O pensamento, as ideias, a mente, o comportamento... todos são ferramentas para transformar nossa máquina cerebral. No próximo post vou falar sobre tarefas que podem ajudar na reestruturação cerebral. E isto vale para qualquer idade. Comece já.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Lição de perseverança

De maneira alguma devemos menosprezar os sentimentos e as dificuldades de ninguém. Muito menos os nossos. Não devemos pensar que o sofrimento de alguém é mais importante do que o de outro, para não negligenciar as necessidades do próximo. Mas quando nos deparamos com o sofrimento alheio, desenvolvemos a auto-superação e percebemos que para nosso sofrimento há sempre uma saída. E este é o objetivo desta postagem: mostrar que, apesar das dificuldades, podemos nos reerguer e fazer bonito!

Recebi esta história por email:

Qian HongYan perdeu as pernas num acidente.



A família dela na China é pobre e não têm os meios para comprar as próteses, então ela usava uma bola de basquete para ajudá-la a movimentar-se. Qian usava também dois apoios de madeira.


Ela nunca se queixa, mesmo que ela já tenha gasto seis bolas de basquete.


Vai às aulas, está sempre com um sorriso, animada, positiva.


Mas com a ajuda de terceiros conseguiu as próteses.


Neste caso ainda podemos ver a importância da postura positiva para alcançar o que se deseja.

E você? Tem uma história de superação para contar? Comente no blog. Se preferir a privacidade, mande por email. Vou adorar.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Um reflexão sobre a VIDA

Eu nunca tinha prestado atenção na letra da música "Vida". Ela é do Fábio Júnior, mas foi regravada pelo Pe. Fábio de Melo. Estourou depois de entrar na trilha sonora da novela "Caras e Bocas", da Rede Globo.

O que me chamou a atenção na letra, foi como ela retrata a busca da felicidade e a fuga do vazio, da solidão mesmo quando rodeados de gente, da insatisfação e da mesmice que o ser humano está mergulhado desde a criação do mundo. Isto é muito bem relatado em TODAS as religiões. Também diz que a solução não está em aventuras e novidades, mas dentro de cada um, no autoconhecimento e no amor ao próximo. Isso não é nenhuma novidade.

A música é um convite à valorização da vida, mesmo nas menores circunstâncias. Valorize a sua vida e a dos outros. Este é um gesto de amor e uma necessidade de sobrevivência da humanidade.

Vida - Fábio Júnior


"Pelas ruas da cidade pessoas andam no vai e vem
Vem o cair da tarde, vão nos seus passos como reféns
De uma vida sem saída, vida sem vida, mal ou bem
Pelos bancos desses parques ninguém se toca sem perceber
Que onde o sol se esconde o horizonte tenta dizer
Que há sempre um novo dia, a cada dia, em cada ser

Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno

E dar as mãos, e dar de si, além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo


Pelos becos, pelos bares, pelos lugares que ninguém vê
Há sempre alguém querendo uma esperança, sobreviver
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser, de ter

Não é preciso uma verdade nova, uma aventura
Para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos, e dar de si, além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo
Cada rosto é um espelho de um desejo de ser, de ter

Talvez quem sabe por esta cidade passe um anjo
E por encanto abra suas asas sobre os homens
E dê vontade de se dar aos outros sem medida
A qualidade de poder viver vida."

Cada um nós pode ser um anjo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Obcecados pelo melhor

Texto de Leila Ferreira* encaminhado pelo
Estamos obcecados com "o melhor". Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor". Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho. Bom não basta.

O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor". Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante. Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.

O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego. Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários. Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis..

Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência? Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa? E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto? O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"? Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?

Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos. A casa que é pequena, mas nos acolhe. O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. A TV que está velha, mas nunca deu defeito. O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos".
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo. O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem. O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.

Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?

(*Leila Ferreira é uma jornalista mineira com mestrado em Letras e doutorado em Comunicação, em Londres. Apesar disso, optou por viver uma vidinha mais simples, em Belo Horizonte.)

domingo, 28 de março de 2010

Matricule-se em uma academia: você tem muito a ganhar

Quem me conhece sabe que gosto de exercícios desde a adolescência. A prática regular de exercícios ajuda a prevenir diabetes, pressão alta, depressão, demência, perda de memória, osteoporose, câncer, aterosclerose, infarto, derrame cerebral, isquemias, obesidade, transtornos de humor... Só que eu sempre achei mais legal malhar em academia, pela assessoria dos professores e pela possibilidade de conhecer pessoas.

Neste fim de semana eu participei de uma aula de RPM, que é uma modalidade de ciclismo em sala de aula, com os professores Rafael, Hélcio, Fabrícia e Valter (foto mais abaixo). Vejam o vídeo do Hélcio para vocês verem como é legal:

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A aula foi em um congresso com feira sobre atividade física, academia, fitness... Cada academia apresentou várias aulas. Foram 4 dias de evento. Em pleno domingo, ao meio dia, eu malhando... Eu e mais 149 pessoas nas bikes. Suei muito e encontrei muita gente no evento paralelo às aulas: ex-alunos da educação física, colegas da academia, professores e ex-professores. A Laila também foi. Comprei uns tops para malhar. Amei o meu dia.

Aprendi que o domingo rima com cuidar da cabeça e do corpo. No domingo passado eu fui para o Vaca Brava, mas nem andei ou corri. Só observei quem passava. Agora eu sei que na correria do dia-a-dia, o domingão é mais uma opção para tirar o atraso dos dias em que fico no trabalho e não malho.

sábado, 20 de março de 2010

Não está legal? Mude!

Parece chavão, mas faça o que você quer e gosta. Vejo tanta gente fazendo o que não gosta na maior parte do seu tempo! Isso envelhece, empobrece a alma. Salvo alguns dias mais pesados, eu adoro chegar no Portal (meu trabalho). Eu o quis, o construí e o alimentei. Com toda a equipe junto, claro, mas se eu não quisesse não teria nem começado. E se não estivesse feliz, já teria largado também. Não são flores o dia todo, claro! Eu vivo no planeta Terra! Mas as flores valem as ervas daninhas.


É bem verdade que na nossa vida as opções nem sempre são as melhores, mas o que não vale é acomodar. Porque se a gente não aproveita as possibilidades, deixamos juntar a mesmice imposta com a chatice opcional. Ficaríamos secos e loucos de tristeza. A gente tem que dar uma chance para o universo. Assim quando a oportunidade aparecer a gente agarra. É um misto de benção com correr atrás. Não é fácil, mas não dá para desistir de si mesmo, não é?


Minha história:

Esse dias foram difíceis: trabalho, sinusite, gripe, dor de garganta, TPM, carência emocional, grana curta, muitíssimo trabalho, dieta e academia. Aí pensei: "É isso que você quer para sua vida?" Mude o que precisa ser mudado. É isso que estou fazendo. Podem acreditar. Aguardem-me!

Se não gosto de uma roupa, eu visto outra.
Se não gosto do emprego, procuro outro.
Se me sinto agredida, eu falo.
Se está me incomodando, ou saio ou tiro de perto de mim.
Se estou afim, me enfeito (veja aí minhas unhas azuis estilo Avatar, kkkk....)

Se estou nervosa, rezo e ouço mantras.
Se estou apurada de serviço, trabalho.
Se me sinto gorda, faço dieta.
Se preciso de disposição, malho e durmo.

Com todas as bobagens que uma mulher do seçulo XXI pode sentir ou pensar...
Simples assim. Como todo mortal pode fazer.
Busco ser feliz, pois eu mereço.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Como você enxerga a vida?

Uma música linda... Para pensar, para relaxar, para repor as energias. Veja até o fim. Vale a pena.

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Sobre a falta de compromissos...

Como todo ser humano normal, eu também fico triste e indignada. E uma constatação que me deixa triste é ver como existem pessoas sem compromisso. Semana passada a funcionária do RH da Eseffego deixou de enviar minha papelada de licença para a sede da UEG em Anápolis e por isso eu quase perdi meu plano de saúde. E ela, com uma voz apática, lançava-me argumentos sem sentido, ao invés de admitir logo que estava errada. Contornei a situação, com interurbanos, tempo e uma boa dose de paciência para ficar implorando à sede em Anápolis, que concedessem-me os meus direitos. Digam-me: qual a confiança que posso ter no trabalho desta funcionária? O que posso pensar de alguém que recebe para fazer um trabalho mal feito e que ainda prejudica os outros? Sim, porque sem meu plano de saúde eu ficaria muito prejudicada!

Depois percebi que minha carteira de saúde tinha ficado no consultório médico. Ao tentar encontrá-la, tenho que ouvir uma das secretária da médica dizer que ela não tinha meu telefone (então pra que tenho que preencher uma ficha de cadastro?). E a outra: "Não tenho nada a ver com isso." Cheguei lá para pegar a carteira e lá estava ela jogando "Colheita feliz", no orkut. Essa é pior ainda: nem o medo de fazê-la perder o emprego faz com que tenha, no mínimo, educação.

Isto sem falar nos comentários que vejo nas revistas, na TV, no rádio, bares... e em toda parte, inclusive no meu telefone, dos homens que só querem rolo, porque firmar-se é perder oportunidades. Encontrei um texto interessante, que expressa bem minha visão sobre esse modo de levar a vida sem compromisso. Uma parte diz assim: "Sem compromisso com nossa verdade interior não somos confiáveis e acabamos buscando fora as explicações e respostas que estão dentro de nós. Sem compromisso não experimentamos a liberdade, o que fazemos é fugir" (Maria Silvia Orlovas). Cada um deve tomar o rumo que preferir, mas acho que quem não quer compromisso deve-se relacionar com quem também não quer, porque aí ninguém sai chateado na história. Mas pessoas que não querem compromisso também não tem compromisso com a verdade, e aí fica difícil separar o joio do trigo.

Infelizmente, o mundo anda contaminado por pessoas que querem sempre "tirar o corpo fora".

Pela recorrência do tema "falta de compromisso" entre as pessoas, vejo que esta não é uma queixa particular. Penso que para quebrar este ciclo devemos começar por nós mesmos. Apesar da indignação e até um certo pessimismo, incoerentes com o perfil do meu blog, ele é a prova de que ainda acredito nos seres humanos. Que este desabafo sirva para um exame de consciência de cada um de nós sobre como andam nossas posturas altruístas. Pense nos outros, e não só em você. Mesmo porque o mundo dá voltas...