Bem-vindo ao Altruísmo na Net! Este blog foi criado, com toda humildade e apesar das minhas limitações humanas, para dar mensagens positivas e aconselhamentos. Para entender melhor esta ideia e saber quem sou eu, clique aqui.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Tempos modernos

Como meus seguidores sabem, eu amo música. E tem uma do Lulu Santos que é o máximo. O nome dela é "Tempos Modernos". O clipe é de 1982, acredito que seja também o ano de lançamento. Vejam que letra mais linda, positiva. Vejam como ele, há 28 anos atrás, vislumbrava uma sociedade moderna. E a grande importância não é se realmente nossa sociedade chegará a este grau de evolução tão cedo, mas sim o que estamos fazendo para que evolua. A ordem é a seguinte: mude a si mesmo, que assim é possível você mudar o mundo. Mesmo que não seja seja aquele que vai mudar o mundo todo, mas você sempre pode fazer diferença na vida de alguém. Com vocês, direto do túnel do tempo, "Tempos Modernos".

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domingo, 24 de janeiro de 2010

A caridade e o equilíbrio emocional como remédios para o sofrimento

Quem não se emocionou com a tragédia que assolou o Haiti nestas últimas semanas, que me desculpe, mas é necessário parar de olhar para o próprio umbigo. São milhares de mortos, feridos e órfãos, numa terra em que as crianças comem tortas de barro com manteiga e sal (quando há manteiga e sal...), para encherem seus estômagos. Sim, porque isso não é matar a fome, é só encher o estômago. De vermes, inclusive. Olha aí as fotos das tortas...


Minha mãe me ensinou a nunca subestimar o sofrimento. Nem o nosso, nem o dos outros. Não é porque tem gente passando fome que eu não posso querer uma comida gostosa, por exemplo. Não é banal querer ser feliz. Pelo contrário. Buscar a felicidade com nobreza faz parte de nossa evolução neste mundo. Mas ficar sofrendo é uma opção. "O pior sofrimento é o apego ao sofrimento." (Bel César) Às vezes é preciso parar de supervalorizar nossas dores, muitas vezes pequenas e contornáveis; parar de sentar na beirada do meio-fio para chorar, e levantar, fazer um mundo melhor. Roberto Shinyashiki, em seu livro "O Poder da Solução", explica que existem:
  • problemas imaginários: na minha opinião, a maioria;
  • problemas concretos: em que precisamos agir, e não ficar lamentando;
  • dramas reais: aqui cabe uma boa dose de aceitação, mas que não dispensa a ação.
A caridade é uma maneira de enxergar os outros e a nossa própria felicidade. Sempre tem alguém que precisa de comida, de uma roupa, de brinquedos. Tem gente do seu lado precisando de ajuda. Não precisa ficar pensando, comodamente em seu sofá: "Se eu morasse na França eu ia adotar uma criança dessa que ficou orfã no Haiti". Para, né! Do seu lado tem muitíssima gente precisando de você. Mas não dê somente o que te sobra. Tem gente que precisa dos seus ouvidos, do seu abraço, da sua voz, do seu tempo. E isso, quanto mais você dá, mais você tem. Faça isso e você se sentirá muito melhor.

E no meio de tudo que aconteceu no Haiti, uma cena me encantou: um menino que ficou quase oito dias soterrado e saiu sorrindo, dizendo: "Tarã!!!". De braços abertos para a vida! Não é um tapa na nossa cara?

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"O que falta cega pro que já se tem."
(Os Paralamas do Sucesso)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Ciclo vicioso

Autor desconhecido

O diretor de uma empresa gritou com seu gerente porque estava irritadíssimo. O gerente, chegando em casa, gritou com a esposa, acusando-a de gastar demais. A esposa, nervosa, gritou com a empregada, que acabou deixando um prato cair no chão. A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara enquanto limpava os cacos de vidro. O cachorrinho saiu correndo de casa e mordeu uma senhora que passava pela rua. Essa senhora foi à farmácia para fazer um curativo e tomar uma vacina. Ela gritou com o farmacêutico porque a vacina doeu ao ser aplicada. O farmacêutico, ao chegar em casa, gritou com a esposa porque o jantar não estava do seu agrado. Sua esposa afagou seus cabelos e o beijou, dizendo: Querido! Prometo que amanhã farei seu prato favorito. Você trabalha muito. Está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da nossa cama por outros limpinhos e cheirosos para que durma tranqüilo. Amanhã você vai se sentir melhor. Retirou-se e deixou-o sozinho com seus pensamentos.

Neste momento rompeu-se o Ciclo do Ódio! Esbarrou na tolerância, na doçura, no perdão e no amor. Se você está no Ciclo do ódio, lembre-se de que ele pode ser quebrado.


Lembre-se: "fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas."

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Lei da Atração

Uma das idéias que mudou a minha vida foi "O Segredo". Eu vi o filme algumas vezes e depois comprei o livro "A Lei da Atração: O Segredo colocado em prática" (tem o link aí do lado para fazer download do ebook). Até fiz meu quadro dos desejos. Ele fica acima da minha cama. Ao terminá-lo, consegui contato com uma pessoa que eu nunca tinha visto ou conversado, mas que queria muito conhecer. Foi uma situação tão mágica, que eu e minha mãe ficamos quase um mês só falando no contato feito. A história é meio particular, mas eu garanto que o pensamento positivo aliado à ação funciona.

Com base na Lei da Atração eu fiz um vídeo para vocês! O nome é "Desejos". Afirme cada frase para si mesmo, acreditando no que está lendo. Se preferirem podem visualizá-lo maior, no meu canal no You Tube. Boa viagem!

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ore, peça, reze, medite...

A fé é incontestavelmente positiva na vida das pessoas. Na minha opinião, essencial. Até a ciência já reconhece a importância da fé na recuperação física de pacientes das mais diversas doenças. Alguns acreditam que o efeito é psicológico ou psicossomático. Outros acreditam no efeito energético que ela proporciona. Tem aqueles que entendem que as graças vêm de Deus como um presente ou recompensa. Pode ser que ela realinhe seus chakras, reorganize sua mente, libere endorfinas e hormônios... Mas o fato é que ela faz muito bem.


A maneira como você pede é o de menos: se você reza, ora, medita, contempla, vai à missa, ao culto, ao centro, à novena, lê o Evangelho em casa... Tanto faz. Cerque-se de coisas boas. O que mais importa é a boa intenção e que aja alguma ação positiva aliada à oração. O que não devem ser aceitos são o comodismo e os pensamentos fatalistas ligados a karma ou à espera de uma benção gratuita. Caia na real de que o mundo é regido pela lei de "causa e efeito". Eu fico besta, como tem gente que se esquiva de suas responsabilidades e as coloca nas costas de Deus.

Quem estuda o espiritismo ou o budismo, sabe que o karma não é fatalista. Você não é escravo de seus erros, porque pode refazer sua história através das suas ações.

Quem é católico ou evangélico pode se pautar na Bíblia: "Os desejos do preguiçoso o matam porque suas mãos recusam o trabalho" (Provérbios 21:25) ou ainda "Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma" (Tiago 2:17).

Fé e ação são complementares. Os seres humanos são a maior expressão do divino no mundo e a eles devem ser direcionadas nossas ações e pedidos.

Minha história:

Eu não tenho uma religião definida. Fui criada na Igreja Católica. Fui batizada, fiz 1a. Comunhão e Crisma. Já fui até líder de grupos de jovens na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Esta foi minha base religiosa. Com o tempo, ao procurar mais entendimento sobre a fé, comecei a ler sobre espiritismo. Li "O Livro dos Espíritos" inteiro. São 1.000 perguntas e respostas sobre a doutrina espírita. Minha tia Maria das Graças também me esclarece muito, bem como minhas amigas Carolzinha e Kamilla. Em uma ocasião de extremo repouso por saúde, ganhei dois livros budistas do meu irmão Rogério, e me encantei. Tenho religiosidade e espiritualidade, mas não preciso de dogmas. Vou à novena e ao centro espírita também. Como eu disse, o que mais vale é a intenção, a fé e as ações. Eu lido com isso muito bem, pois todas são doutrinas altruístas, de amor, fé e caridade. E em cada uma vejo pontos imensamente positivos.

Este é o altar que tenho no meu escritório:

Em cima: Santa Rita de Cássia, advogada dos impossíveis (sua história é belíssima!) e Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida, padroeira do Brasil.

Em baixo: São Jorge (guerreiro, protetor contra os inimigos); um aromatizador; Nossa Senhora de Fátima; o Buda histórico Shakyamuni, antes o príncipe Sidarta Gautama (a história dele me lembra a de São Francisco de Assis!); Nossa Senhora Desatadora de Nós, na qual tenho grande fé e sempre faço sua novena; o dragão, que simboliza a força e a criatividade; a fênix, que simboliza a esperança, o renascimento e a perpetuação; a flor de lótus, que simboliza a elevação e evolução espiritual; um queimador para incenso (atrás do dragão); uma porta velas com sal grosso; diversos dizeres que peguei no Templo Zu Lai (onde comprei o dragão, a fênix e a flor de lótus).

No meu quarto tenho outro altar:

Dentre algumas lembranças pessoais, aqui estão: Nossa Senhora Aparecida, que ganhei inexplicavelmente de uma criança de 8 anos que nunca teve educação religiosa; uma vela parcialmente queimada, com imagem de Santa Rita; ao fundo a oração do Pai Nosso; dois pequenos Santo Antônio, que ganhei da minha mãe e de uma amiga, a Aldanice; e a imagem de Santa Rita de Cássia, com uma fita com pedidos de fé ao seu redor.

É isso! Esta postagem deu muito trabalho, mas eu adorei fazê-la.

Enquanto pesquisava para o blog encontrei uma passagem bíblica muito legal:
"O poder divino deu-nos tudo o que contribui para a vida e a piedade, fazendo-nos conhecer aquele que nos chamou por sua glória e sua virtude. Por elas, temos entrado na posse das maiores e mais preciosas promessas, a fim de tornar-vos por este meio participantes da natureza divina, subtraindo-vos à corrupção que a concupiscência gerou no mundo. Por estes motivos, esforçai-vos quanto possível por unir à vossa fé a virtude, à virtude a ciência, à ciência a temperança, à temperança a paciência, à paciência a piedade, à piedade o amor fraterno, e ao amor fraterno a caridade." 2 Pedro 1:3-7

sábado, 9 de janeiro de 2010

Terapias alternativas: artesanato

Eu já li um pouquinho sobre auto ajuda e mútua ajuda. Exceto "Os 7 Hábitos das pessoas altamente eficazes", sobre o qual eu só vi uma palestra, todos os livros e e-books sugeridos no blog eu já li. E um assunto recorrente em vários deles são as terapias alternativas. Uma delas são os trabalhos manuais. Para quem gosta, uma verdadeira terapia.

Não tenho muita paciência para artesanato, mas às vezes me arrisco. E para dar continuidade à organização que gera prosperidade neste início de ano, eu resolvi fazer uma caixa para colocar meus colares e pulseiras. Elas estavam em três caixas feias e velhas. Aproveitei para separar as que eu não uso. Olha aí o resultado:




Você pode fazer caixas, bijouterias, porta trecos, tapetes, porta retratos, bordados, crochets, toalhas, panos de prato, roupas infantis... As opções são várias!

Confesso que fiquei feliz e orgulhosa por ter conseguido, e por isso quis partilhar com vocês. Eu nunca havia feito uma caixa com este grau de complexidade. Ficaram uns defeitinhos, mas eu não vou mostrar! Kkkk... A terapia foi ótima! Gastei um dia para fazê-la, meu quarto está mais organizado e bonito, estou com sentimento de realização pessoal e ainda consigo encontrar minhas bijoux mais rápido. Quero repetir a terapia daqui umas semanas, para arrumar mais coisas.

Obs.: as caixas velhas, de papelão, mandei para a reciclagem.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Impermanência terrena

Desde que "me conheço por gente" eu sempre li, ouvi e falei que tudo na vida passa. Mas nada é tão claro como a filosofia do budismo tibetano. Eles tratam a impermanência com bastante competência, pois consideram o apego como a principal causa de todos os sofrimentos que passamos. O fato de acharmos que a casa em que vivemos ou o filho que parimos é nosso, ou a dificuldade em lidar com a morte das pessoas e animais que amamos, é que nos faz sofrer. Budistas não pregam que devemos ser desconectados nem insensíveis, mas que o apego e o desejo não devem reger nossa vida. A postura desapegada causa menos preocupações e ilusões. Até nossa saúde física agradece.

Um instrumento legal para trabalhar o desestress e a idéia de impermanência é o Jardim Zen. O simbolismo dele é que você pode distribuir seus componentes (pedras, bonecos, etc...) como quiser. Pode mudar sempre e quando quiser. E é super terapêutico brincar com ele. Gostosinho mesmo. Este aí é meu Jardim Zen, que fica no meu criado de cabeceira.


Minha história:

Depois que comecei a tentar viver a idéia de impermanência, que é muito difícil para mim, eu reduzi minha carga de stress pessoal. Mas ainda tenho recaídas. E como! Mas quando estou focada, minha vida é light. Um bom exemplo foi quando meu carro foi arrombado. Logicamente fiquei chateada, especialmente porque roubaram o som e meu tênis de corrida, e estragaram muito o painel e as duas portas da frente. Na oficina descobri que a frente já havia sido pintada antes de eu adquiri-lo. Mandei arrumar e fiquei sem som. Alguns meses depois um motoqueiro bateu na lateral, que mandei arrumar de novo. Estressei, fiquei chateada em saber que o carro já estava puro remendo e gastei uma grana não prevista. Então eu parei e pensei: Ju, isto é apenas um carro, e você pode trabalhar para adquirir outros, se quiser. Além disso, você não estava presente durante o furto, tampouco machucou-se na batida. Isso tudo passa. Moral da história: hoje continuo com este carro, que é um instrumento de trabalho. Só isso. Um instrumento.

Bibliografia: O que é Budismo

domingo, 3 de janeiro de 2010

2010, seja muito bem vindo!

Autor desconhecido

O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho. É viver cada momento e construir a felicidade aqui e agora. Claro que a vida prega peças. O bolo não cresce, o pneu fura, chove demais... Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar, pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido estragar o dia por causa de uma discussão na ida para o trabalho?

Eu quero viver bem... e você?

2009 foi um ano cheio, cheio de coisas boas, mas também de problemas e desilusões. Normal... Às vezes, se espera demais. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal... 2010 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas... E aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?


O que eu desejo para todos nós é sabedoria.
E que todos nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência. O nosso desejo não se realizou? Beleza... Não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento. Lembro-me sempre de uma frase que ouvi e adoro: "cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade".

Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano... Mas, se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial! 2010 pode ser um ano especial, se nosso olhar for diferente. Pode ser muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. 2010 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, especial!

Depende de mim... Depende de você.

Pode ser... e que seja!