Da língua portuguesa: sujeito ativo é quem executa a ação; sujeito passivo sofre a ação.
A passividade defendida com a bandeira da paz não significa inércia. Muitas conquistas de paz foram conseguidas com combates. Combater o bom combate, não é isso?
Hoje eu acordei pensando: como eu tenho lutado pelos meus desejos? O que mexe com minhas entranhas? O que me faz sentir mais digna, feliz, bela (no sentido mais amplo da palavra), viva e filha de Deus, merecedora de felicidade? O que eu tenho feito para me sentir assim?

E um pensamento ainda mais cartesiano me recai: estou sendo um sujeito passivo? Já que “as coisas” não estão dando certo, quem são os norteadores das minhas coisas? Porque se não fui eu quem jogou areia no meu angu, com certeza deixei alguém jogar. E agora é hora de ir atrás, estudar os erros, consertar a situação. A ideia é agir diferente para obter um resultado diferente. Mesmo que não seja o ideal, mas não será reafirmação da inércia.
Como um rio. Sempre para a frente. Sem medo do mar.